152. Vida Nova

 
Esta música fala de exaustão espiritual. Aquele momento tenebroso em que as dificuldades da vida rompem as conchas formadas pela fé e pelo amor e atingem, lá dentro, a frágil pérola da esperança (1Co 13:13). E a alma quer “largar de mão”. Mas, antes de desistir, clama por ajuda divina. A resposta nós conhecemos. É quando a água jorra. E o canto termina com vida nova; uma nova estrada pela frente.
Letra: Rubem Amorese
Música: Toninho Zemuner
Intérprete: Gaby Holanda

Produção e participações
Produção: Toninho Zemuner


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Sobre esta música

Foi quando a luz se apagou;

Foi som de porta a fechar;

Foi quando a festa acabou

E anoiteceu sem luar.


Foi quando a fé duvidou,

E a alma quis desmaiar;

Foi quando o poço secou,

E o coração quis parar.


Então eu quis largar de mão;

Pensei até em desistir.

Melhor deixar sem solução

Do que buscar, do que pedir.


Foi quando a hora chegou;

Ninguém jamais fez assim!

Foi quando a alma clamou:

Senhor, tem pena de mim!


Então o dia raiou,

Foi só alegria no ar.

Eis que uma flauta tocou,

E eu quis dançar sem parar.


Então a fé se agarrou

Àquela luz a brilhar.

Foi quando a água jorrou,

E o coração quis cantar.


Faz tanto tempo que nem sei;

Até esqueci da escuridão.

Sem medo ou mágoas viverei;

Trago sua luz no coração.