120. Algo Só Meu

 
Compus o rascunho desta música no dia do meu aniversário, desejando ofertar a Deus algo bem exclusivo, que ele gostasse de receber de mim. O que poderia ser? Meus (ou seus) dons? Alguma coisa que eu tenha feito? Um gesto nobre? Mas como pode ser isso, se tudo o que sou ou que tenho vem dele mesmo?
Lembrei-me, então, da viúva pobre que foi elogiada por Jesus, ao ofertar duas pequenas moedas. Mas Jesus salienta que aquelas moedas eram tudo o que ela tinha. 
Pronto, já sei de um presente que ele gostará de receber de mim: um coração disposto a ser somente dele, em obediência e fé. Não é muito, bem sei, mas esse seria um presente só meu.
Autor Letra: Rubem Amorese
Autor Música: Rubem Amorese
Intérprete: Toninho Zemuner

Produção e participações
Produção: Toninho Zemuner

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Sobre esta música

Ó meu Senhor, quando eu, prostrado em teu altar,

Procuro aquela oferta de valor;

Algum talento, dom ou obra a te agradar;

Pobre de mim, um triste pecador!


Se os meus talentos te parecem trapo e pó;

Se o brilho dos teus dons não sei trazer;

Peço que aceites uma oferenda só:

Meu coração, disposto a obedecer.


Ó meu Senhor, quando eu, prostrado em teu altar,

Penso nas graças que meu Pai me deu;

Se algo só meu pudesse, em gratidão, te dar;

Meu coração recebe, que é só teu.